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 Barad-Dur, a Torre Negra

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Elu Thingol
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MensagemAssunto: Barad-Dur, a Torre Negra   Qui Jan 07, 2010 3:40 pm

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Sauron The Dark Lord

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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Ter Jan 12, 2010 7:53 pm

Barad-dûr, chamada de Lugbúrz na língua negra de Mordor, uma grande torre construída em Mordor, perto de Orodruin, a Montanha da Perdição, onde fora forjado o Um Anel.

A Torre Negra de Sauron, em Mordor, foi construída após o retorno do naufrágio de Númenor, destruída após a Última Aliança por Isildur, e reconstruída quando fugiu de Dol Guldur, quando esta foi pega de surpresa pelo consenso do Conselho Branco, que já suspeitava do negror e do medo que as pessoas tinham do local, e pelo desaparecimento de muitos no local, acreditando-se que Sauron lá se escondera.As pessoas entendiam o nome como algo distante nas lembranças de antigas histórias e o consideravam um mau agouro.


Barad-dûr was built by Sauron, the Dark Lord of Mordor, with the power of the One Ring, during the Second Age. The building took six hundred years to complete; it was the greatest fortress ever built since the Fall of Angband, and much of Sauron's personal power went into it.

Barad-dûr was besieged for seven years by the Last Alliance of Elves and Men and was levelled after Sauron's defeat at the end of the Second Age, but because it was created using the power of the One Ring, its foundations could not be destroyed completely unless the Ring itself was destroyed. Isildur cut the Ring from Sauron's hand but refused to destroy it, so the Tower was quickly re-built when Sauron returned to Mordor thousands of years later, in T.A. 2951.

An interesting contradiction exists regarding the Dark Tower: Appendix B has Sauron beginning to build the Tower in c. S.A. 1000, completing it at the same time he forges the One Ring c. S.A. 1600, yet Elrond asserts that its foundations "were made with the power of the Ring." No explanation is offered in the text, but it appears that without the Ring's sustaining power the Tower's foundations provided insufficient support for the structure. Thus when the Ring was destroyed the Tower collapsed. (It might mean that Sauron put his power used to build the foundations of Barad-dûr into the One Ring to keep Barad-dûr standing if he was defeated later. Or conversely, that he used the Ring to invest the foundations with his power, possibly his intent all along, even if the structure had been finished before c. S.A. 1600, the Dark Tower was only "complete" (according to its creator's purpose) when the Ring had invested its power into the foundation. Since the Tower was staggeringly huge it might be imagined that some power was required to support it in the physical world, though this is conjecture.) This contradiction has led some fans to joke that the Dark Tower must be pre-fabricated modular housing.

The Dark Tower was described as existing on a massive scale so large it was almost surreal, although Tolkien does not provide much detail beyond its size and immense strength. Since it had a "topmost tower" it presumably had multiple towers. It is otherwise described as dark and surrounded in shadow, so that it could not be clearly seen.

"..rising black, blacker and darker than the vast shades amid which it stood, the cruel pinnacles and iron crown of the topmost tower of Barad-dûr..."

In his vision at Amon Hen, Frodo Baggins perceived the immense tower as "wall upon wall, battlement upon battlement, black, immeasurably strong, mountain of iron, gate of steel, tower of adamant...Barad-dûr, Fortress of Sauron".

There was an "immeasurably high" look-out post, "the Window of the Eye in Sauron’s shadow-mantled fortress", said to face Mount Doom. In this window, Frodo and Sam had a terrible glimpse of the Eye of Sauron.

There is a drawing by Tolkien that he titled "Barad-dûr"; since he did not publish it during his lifetime, it is unclear how close the drawing is to his mature vision of the tower. The picture shows only the left edge of the lower part of a structure that seems to be constructed of immense masonry blocks of some greenish-gray stone. The few existing windows are small and either dark or lighted dark red, one is clearly barred. One high, thin vertical spire is visible in the background. The whole building seems to stand on top of a large monolithic rock with almost vertical edges and a relatively flat top. A narrow stone bridge leads across the chasm to the single visible door, through which flames can be seen inside the tower. An erupting volcano (presumably Mount Doom) can be seen in the background, a lava stream flowing from there past the side of the monolithic rock.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Sex Jan 15, 2010 12:29 am

Entre a Paz, e os tempos calmos de Endor... havia uma Terra no Leste, uma terra sombria, escura e seca, onde um mal sem nome jamais descansava, lá viviam Orcs, Trolls, Lobisomens, Dragões, Lagartos, Wargs, Lobos, Vampiros, Morcegos, Aves Carníceras, Aranhas, Demônios e Espíritos Cruéis, naquela Terra, o próprio ar respirado por pessoas de fora, era veneno... um veneno cruel para a Alma, e o Corpo, pois havia Magia Negra dos Servos do Escuro, e o Poder do Senhor das Trevas na ponta da mais alta montanha, no menor grão de pó ao chão. E sempre aquela Terra foi daquele jeito, pois foi feita para assim ser, e sempre foi enchida de Maldade e ociosidade desde antes do Sol e da Lua, e foi um Ser, que se impôs absoluto e magnifico em seu poder, um ser que fez o Horror entrar no coração daqueles seres, e este ser era Sauron, e Sauron era um dos Ainur, a Raça que surgiu antes do Tempo ser Tempo, antes do Mundo existir, haviam no Mundo poucos, muito poucos Ainur da raça de Sauron, mas nenhum tão poderoso, e terrível como Mairon era em si só. Poderoso, Esnobe, Orgulhoso e Terrível, e possuia uma vontade feita do mais duro Mithril, e sua vontade ele impunha no coração e mente de seus servos, junto com sua malícia e sua maldade, lhes dando o desejo de servi-lo na conquista de todos os povos que viviam na Terra-Média.

Porque não havia ninguém como Sauron na Terra-Média, e no Norte, Sul e Leste ele era adimirado, temido, e venerado chamado de Deus das Dádivas e Rei dos Reis dos Homens, mas no Oeste, ele era o sinônimo de Medo, Terror e Horror, em um só nome, seu nome colocou nações ajoelharem de medo, e em Mordor, sua Terra, a Terra que existia sob teu feitiço e teu poder, nada ocorria em Mordor sem ele saber.

E Sauron, o Inimigo dos Povos Livres da Terra-Média estava vivo, deixou seu reino com seus servos cruéis e tenebrosos, tão cruéis e poderosos quanto ele, os Espectros do Anel, os Úlari, os Nazgûl, e o Tenente de Barad-Dûr, o servo mais poderoso de Sauron abaixo de Er-Mûrazor (Rei-Bruxo), abaixo de Herumor, Ëarlindë, Harum, Melkorendil, Fuinur, Phârazor, e os demais Nazgûl, era Urkâzhil, ou a Boca-de-Sauron. Haviam outros servos de Sauron, que logo iriam ter seus nomes também gravados na história, dignos de seus dons e seus poderes, e mais dignos ainda do medo que os seguia e os guiava.

Pois naqueles tempos, Mordor apenas trabalhava em sua força interna, se tornando impenetrável, Orcs e Trolls fortificavam a construção de Barad-Dûr, a deixando mais terrível e colossal, a fazendo ser o símbolo de orgulho de seu ódio, mas ainda sim o medo de seus inimigos, haviam Wargs, Lobos, Lobisomens, Aranhas e Vampiros pelas montanhas guiados pelo mal e o Horror para guardar a Terra de seu dono, de seu amo, o Senhor do Escuro, pois como cães, todos os seres de Mordor cumpriam o propósito de Sauron, assim como todos os que caíam no mal, estes ou se destruíam por não terem um propósito ou serviam a um propósito de um ser mais terrível que o mal que achavam que serviam. E naquele dia em especial, bestas aladas chegaram em Mordor, eram Treze Bestas Aladas, e seguidos por uma núvem escura que era o próprio horror sem nome, esta transmitia medo e temor no coração de quaisquer um que a visse ou sentisse ela por perto. E quem montava nas besbtas aladas era Melkorendil, Herumor, Fuinur, Harum, Uldor II, Borwin, Ëarlindë, Barragan, Gloriel, Barúthiel, Loki, Phârazor e Dûrkarian, os Treze Servos terríveis de Sauron, sendo sete, aqueles do Povo amaldiçoado dos Númenorianos Negros, seus mais terríveis servos, dois Ainur Maiar dos Remanesncentes da Grande Escuridão, aqueles chamados de Moldogs que assumiram formas entre os filhos da Terra para serem Reis entre os mesmos sob à vontade de Morgoth, um era descendente do Povo de Ulfang, e este recebeu tal nome do maldito, outro era descendente do povo de Bór, de Angmar, e o terceiro era descendente de um povo astuto e poderoso, e dos maiores ele era o mais poderoso. E ao descerem de suas bestas, os Orcs ficaram a fita-los, com absurdo temor e respeito, e veio então de dentro da tenebrosa torre, um ser alto usando um elmo prateado escuro na cabeça, judiado por torturas terríveis, com garras no lugar de unhas, e o horror e o fedor como seu semblante e suas palavras, era a Boca-de-Sauron, o Arauto do Inimigo. E este sorriu, e assim a núvem negra soltou um som baixo, gutural e sombrio... e assim assumiu a forma de um ser alto de pele de marfim, jovem, porém terrível, longos cabelos negros, olhos da cor de ouro, olhos de serpente, forte e tenebroso, uma forma de fogo, sombras e horror, aquele ser era Sauron, o Maior Servo de Morgoth Bauglir, o Maior Inimigo dos Povos Livres, e o Mais Terrível e Poderoso, Senhor de Mordor, Maiar Caído, Feiticeiro de Angband, Assassino de Finrod, Deus no Norte, Sul e Leste e Tirano no Oeste.

E este seguiu com seus servos e adentrou para Barad-Dûr, nos portões negros da enorme torre, Orcs, ou pareciam Orcs, vestidos em armaduras lhe aguardavam, seus maiores Comandantes, Generais e Tenentos, também havia mais três Anões na porta também e quatro homens altos, mas também havia oito seres totalmente encapuzados e sombrios, as maiores armas do Inimigo do Leste, os Úlari. E todos entraram em Barad-Dûr.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Dom Jan 17, 2010 6:57 pm

Pois por muito tempo... os Terríveis senhores da Escuridão se trancaram em Barad-Dûr, e muito preocupados ficaram seus perversos servos do horror, até que o silênciou tomou Mordor, e os próprios passos dos temidos senhores puderam ser ouvidos descendo de Barad-Dûr, e todos os mesmos desceram do topo da Torre Negra, os grandes senhores de Mordor eram Treze Númenorianos Negros, Ainur Maiar, Homens e Nove... os Nove Espectros do Anel.

Mais Dez Tenentes horrendos dos Orcs, dois imensos trolls, quatro goblins perversos e seis comandantes Uruk-Hais, haviam também mais nove feiticeiros cruéis dos Númenorianos Negros, e seres perversos, cinco demônios cruéis de Mordor que serviram em Angband, além de outros seres horríveis e malévolos. E da longa multidão de oficiais do reinado sombrio de Mordor, saiu Sauron, com um ser alto de pele de marfim, jovem, belo e magnifico, porém terrível, devido a seus olhos tenebrosos que inspiravam medo e terror, possuia longos cabelos negros, olhos da cor de ouro, olhos de serpente, forte e musculoso, porém era assombroso, uma forma de fogo, sombras e horror, quando queria usava seus poderes temidos, mas seu toque de mão era frio, com o mais puro gelo do Norte, aquele ser era Sauron, o Maior Servo de Morgoth Bauglir, o Maior Inimigo dos Povos Livres, e o Mais Terrível e Poderoso, Senhor de Mordor, Maiar Caído, Feiticeiro de Angband, Assassino de Finrod, Deus no Norte, Sul e Leste e Tirano no Oeste. Suas vestes eram cobertas por sua terrível armadura feita do mais puro e resistente aço reluzente, armadura usada na Segunda Era quando abandonou a forma de Annatar.

Sua Armadura possuia ombreiras altivas feitas de aço prateado com entalhes de ouro branco, havia dois crânios, um em cada ombro envoltos e moldados em Mithril, haviam rubis no lugar dos olhos dos crânios, enormes jóias reluzentes, a gargantilha era feita de prata e mithril, com entalhes de ouro, sua longa capa era negra por fora e vermelha profunda por dentro, e suas luvas eram feitas de aço profundo e resistente, com entalhes de ouro, haviam escritos de feitiçaria na língua negra de Mordor, suas luvas possuias dedos que envolviam suas mãos por cima e por baixo, menos na palma, formando garras terríveis e brutais, que eram banhadas com veneno de Mordor feito especialmente por Sauron e não possuia cura. Ele segurava seu elmo embaixo do braço, seu elmo era uma máscara cruel que lhes mostrava os olhos apenas, era horrendo, terrível e brutal, tinha quatro pontas subindo no topo de seu elmo e ele o usava para mostrar sua soberania, era coberto por magia negra e feitiços cruéis e perversos. Mas logo ele deu para um de seus servos Orcs que lhe serviam em Barad-Dûr, que se trajava todo de preto, e outro servo lhe trouxe sua coroa que possuia uma gema pálida que reluzia apenas uma luz fosca, oca e branca, em lembrança à Morgoth, sua coroa possuia quatro pontas como seu elmo, era feita de aço negro, com entalhes de prata e ouro, havia ao redor logo depois da gema branca, rubis encrustados que não reluziam e eram sem brilho ou reluzir, e colocou sua coroa em sua cabeça de cabelos longos e negros, porém as pontas eram defiadas e havia beleza terrível em Sauron que só era suplantada pelo Medo e Terror que ele transmitia. Assim ele ergueu sua mão direita para o céu encoberto por núvens escuras, e os Orcs, Trolls, Goblins, Demônios, Anões, Homens, Lobos, Wargs, Lobisomens, Vampiros, Lagartos o saudaram em urros e o chamaram de Deus, clamaram por seu nome, e outro servo lhe trouxe uma caixa negra de aço preto, e ele a segurou na mão esquerda e abaixou sua mão.

E assim disse firme para suas Legiões em Mordor, seu Poder estava em seu olhar, seus gestos, seu toque, suas palavras e em sua voz, sua voz sôou fria como o gelo que jazia no Norte, como nos cumes das Montanhas, e terrível, como sua Majestade de fato era, pois Sauron possuia traços únicos em seu semblante e sua voz, era altiva como um verdadeiro Rei dos Reis, e majestosa, suplantando os antigos Reis dos Anões, sábia, mais sábia que qualquer palavra que Magos ou Feiticeiros jamais pronunciaram, era bela e magnifica suplantando o mais sábio dos Elfos, pois demonstrava Força e Dureza como o mais poderoso dos guerreiros dos Homens, se tornando tão grandiosa que era a voz de um Deus, sua voz ecôou por toda Mordor e despertou as forças escuras e adormecidas nos quatro cantos de Mordor, fazendo espaços vazios e sombras perversas serem convocados para o cruel chamado do Escuro, sua voz era tão alta quanto a Meneltarma que uma vez ele amaldiçôou, e tão profunda quanto o Abismo há qual a Silmaril foi levada para as profundezas de Arda :


- Nós... jazemos em um momento em que não há mais volta, pois escolhemos servir à um propósito, a um senhor sombrio, escolhemos por fazer nossos nomes e nossas presenças torturarem pessoas e lhes empregar o medo em seus corações, lhes fazer tremer! Pois Morgoth destruiu Beleriand e todos os membros das três casas dos Eldar de Aman! Se salvam apenas Quatro dos grandiosos Eldar do país do Norte! Vencemos as Guerras do Norte pois estamos aqui! Aqui e agora! Com poder suficiente para destruirmos Gondor e todos os reinos dos vermes que se opõe a vontade de Gorthaur!! Aqui estou em Forma fisica, uma forma tão terrível e tenebrosa daquele que usei na Grande Aliança!! Por meu Poder provei à Númenor, e os Povos do Ponente, que os Valar os abandonaram nestas Terras para morrer e Ilúvatar é um fantasma maldito que abandonou os Homens e Anões para sofrerem e definharem nas artes lentas da Morte! Eu não lhes dei imortalidade ?! Não lhes dei poder e riquezas além de sua imaginação ?! Tolos são aqueles que não conseguem enxergar as glórias que posso dar-lhes! Já que eu sou negado pelos Povos tolos do Oeste, então eu irei quebra-los... quebrarei a Força de seus reinos, seus Orgulhos, sua Paz ridicula, suas glórias passageiras, seus reinos, seus ridiculos desejo por dominar o que é meu... eu quebrarei suas espinhas, eu quebrarei suas vontades e irei impor a minha e darei a meus fiéis servos seus reinos, e farei os atuais habitantes das terras que se opõe a mim, serem escravos de meus devotos súditos! E

E com o mesmo tom de voz, apenas com sua voz mais levada para ordens e comandos do senhor para seus cães, tomou sua voz, e com tanto respeito, que servo algum jamais iria discordar ou questionar as ordens de seu senhor, o Ainur Maiar mais poderoso de Arda, o Senhor da Torre Negra, Sauron, o Inimigo dos Povos Livres da Terra-Média :

- Eu ordeno que 1.500 de vocês meus servos vão para o Khând, e tomem as minhas terras de volta! Vão Variags! E Chey, Upper Khând, Lower Khând, Chelkar, Greater Khând e Minor Khând, e portanto meus servos devem se espalhar... Os Lideres para aquelas Terras que pertencem a Mordor, eu escolho Rên, Ûvatha e Phârazor. Somente isso, cresçam em Poder mas escondam isso do Mundo dos Homens do Oeste. Pois assim eu digo sobe o meu nome, façam como lhes digo! E lhes darei grandes Poderes! Ûrkabol e Orcobal, os Irmãos Uruk-Hai vão para Narchost e Carchost, e cuidem do Morannon! Lá reúnam os servos Negros, e vigiem as Ered Lithui e as Ephel Dúath. Quero que Gorbag será Tenente de Cirith Ungol, Khamûl irá para Durthang, Akhôrahil para Nûrn, e Lithlad. Hoarmurath, e Ji-Indûr como os demais irão ficar aqui comigo em Barad-Dûr onde iremos crescer em Poder nossa armada, Dendra Dwar deverá manter seus cães por Gorgoroth e Lithlad em Guarda. E que o chicote de fogo dos Demônios de Fogo lhes assombrem! Pois um dos últimos Flagelos de Fogo será aliado da Mão Negra de Sauron! Será aliado da Torre Negra! Cumpram a vontade seu senhor! Espalhem um nome de horror e terror, espalhem o nome daquele que voltou... espalhem o nome de Sauron!!

Com aquilo os 400 Orcs de Mordor, soltaram urros roucos e tenebrosos e passaram pelos redores e correram para dentro de Barad-Dûr usando portas secretas e buracos que eles fizeram para eles mesmos, 1.500 Homens Variags, e Meio-Homens ali no meio partiram em seus cavalos e foram em direção ao Khând e os Líderes apontados por Sauron foram para os devidos locais ordenados. Mas Sauron fez diferente, deixou seus líderes ali naquele local, e Sauron montou em seu terrível dragão alado, que era horrendo e sombrio, trajando uma armadura de batalha, e logo outros líderes subiram em suas bestas aladas para partirem juntamente com Sauron rumo à Khazad-Dûm, a Antiga cidade gloriosa dos Anões, e foram seus poderosos e mais temidos servos, eram Melkorendil, Herumor, Fuinur, Harum, Uldor II, Borwin, Ëarlindë, Barragan, Gloriel, Barúthiel, Loki, Phârazor e Dûrkarian (E cada um será descrito logo). E assim partiram, e Sauron levou consigo sua poderosa Maça de batalha com o qual ele derrubava Dez Homens com apenas um golpe, também levou a caixa que continha os Anéis tomados dos Anões, e sua pedra vidente, o Palantír, tomado de Minas Ithil (Atual Minas Morgul).


Última edição por Sauron The Dark Lord em Qui Fev 18, 2010 8:41 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Seg Jan 18, 2010 8:18 pm

Em Barad-Dûr, a Boca-de-Sauron, seu mais perverso súdito e Arauto de sua vontade, adiministrava a Torre Negra em suas obras nas profundezas, juntamente com Hoarmurath, o Rei do Norte, Úlari perverso e cruel entre os mesmos, até que foi Ji-Indûr, retornou com sua besta alada de sua vigia por Mordor, e trouxe para a Boca-de-Sauron as notícias que um ser pairava na frente de Barad-Dûr trajando sua armadura e exibia poder, a Boca-de-Sauron em resposta, desceu de Barad-Dûr e foi ver o que o homem desejava, cercado por Hoarmurath e Ji-Indûr dois poderosos Nazgûll, e exclamou :

- Pois o que desejas na Torre Negra de Sauron, o Senhor do Mundo ?

E aguardaram.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Ter Jan 19, 2010 7:50 pm

Ëarlindë observa a Boca-de-Sauron e os dois Nazgûl, mantendo sua seriedade ele responde com sua voz sombria e grave

-Vim em busca de uma aliança com o Senhor da Escuridão e de Mordor, uma aliança entre Mordor, sob a liderança de Sauron, e os Homens do Leste, sob minha liderança.

A armadura de Ëarlindë é negra como a noite sendo apenas seus detalhes em prata mais evidentes, seu elmo, também prateado é semelhante ao de Sauron, porém ele é aberto, mesmo assim apenas é possivel ver seus olhos vermelhos que brilham.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qua Jan 20, 2010 2:30 pm

O Arauto de Sauron se pronunciou com um alto e frio riso que saiu de sua boca imunda, suas palavras soaram para fora, e o odor da Morte e do Horror lhe auxiliava em seu semblante :

- Deves ser o Senhor de Morgor, Ëarlindë, o Senhor da Torre Negra, nos contou de sua vinda e nos deixou preparados para recebe-lo, ele está em viagem, mas pede para ir para sua Terra, com um Presente do mesmo... O Machado de Gothmog, o mais cruel e poderoso machado nas artes do Mal do Mundo.

Foram 10 Orcs que o trouxeram, carregando aquele enorme e poderoso machado que iria caber perfeitamente para alguém de um tamanho similar ao de Sauron, porém menor, com aquilo ele deixaram o machado de pé na frente do Rei de Morgos, e adentraram em Barad-Dûr trancando as portas negras e voltando para o martelo e a trova.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qua Jan 20, 2010 5:24 pm

Ëarlindë sorri, apesar de não poder se ver o sorriso, apenas escuridão onde seria o rosto de Ëarlindë, ao ver o Machado de Gothmog. Assim que os orcs deixam o machado em pé na frente de Ëarlindë, o Senhor de Morgor o empunha e faz alguns movimentos para senti-lo, para Ëarlindë o tamanho não é problema, afinal ele tem a mesma altura do Senhor da Escuridão. Ëarlindë entáo diz a Boca-de-Sauron:

-Agradeça a Sauron pelo presente e diga a ele que será sempre bem vindo em minha terra. Irei preparar Morgor para a chegada do Senhor de Mordor.

Ëarlindë caminha retornando a Morgor enquanto empunha o Machado de Gothmog, observando-o enquanto lembra das palavras de Boca-de-Sauron sobre ele.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qua Jan 20, 2010 8:42 pm

Para Mordor retornaram as Treze feras Aladas que partiram com o Senhor da Torre Negra rumo à Khazad-Dûm, logo em cima das mesmas estavam os Treze Tiranos, Sauron, dos Maiar que Morgoth perverteu, o mais Poderoso, Melkorendil, (Filho de Melkor), recebeu este nome na Terra-Média pela sua mãe que o teve à mando de Sauron, é dito que Sauron o instruiu desde pequenos nas artes do Mal, era um Númenoriano Negro, perverso e cruel, longos cabelos cacheados negros, olhos cinzentos, forte e jovem, terrível feiticeiro, e poderoso bruxo, suas vestimentas eram longas e negras, com traços de cinzentos, usava uma malha de aço Númenoriano de seu pai biológico por debaixo das vestimentas, Herumor, era um dos mais cruéis senhores dos Númenorianos Negros, este trajava longas vestimentas negras e azuis-escuras, sua barba também era preta, e seus olhos escuros como a noite, seus poderes eram muitos e sua magia imensa, e Fuinur, dos mais Poderosos nas artes da Batalha, este vestia armadura, elmo, botas, dos Grandes Senhores Númenorianos em combate, Elmo ativo e cruel, espada tenebrosa e mortal, usava luvas de couro negro, mas abaixo da armadura reluzente, um corpo podre e pervertido se encontrava, seus olhos amarelados, e sua pele enrrugada, não tinha mais unhas, e sim longas e envenenadas garras, um corpo velho e perverso, com força jovem e poderosa, Barúthiel, era a Rainha manda embora de Númenor, esta pervetida por Sauron, era uma cruel feiticeira de cabelos cinzentos, assim como seus olhos, vestia longas vestes verde-escuras, e anéis de jóias em seus dedos, seus poderes de magia negra eram muitos, e sua crueldade era imensa. Loki, se trajava em preto, usava armadura escura, e vestes marrons e negras, seu elmo, tinha chifres, dois, um para cada lado, seus olhos eram castanhos escuros, tinha cavanhaque também e era cruel, um cruel guerreiro e um dos mais Poderosos bruxos do Forodwaith, seu nome significa "Voz do Gelo", suas artes de Magia Negra eram desconhecidos, mas foi mais ensinado por Hoarmurath, Nazgûll do Forodwaith e por Khamûl, A Sombra do Leste.

Já Phârazor, O Dourado, havia recebido este nome por ser aparentado do Finado Rei de Númenor, seus longos cabelos dourados escuros, seus olhos verdes, sua pele de marfim, vestes em prateado reluzente, com anéis e colares de jóias em suas mãos e pescoço, seu coração negro, e sua força terrível!! Mestre nas artes de Magia e Bruxaria e grande tirano nas artes de luta, Barragan, o mais antigo servo de Sauron dos Númenorianos Negros, este se trajava todo de branco com linhas pretas em sua roupa, com plumagens negras envolto de seu pescoço usava bigode, e uma coroa feita de osso branco, este usava um escudo arredondado em sua cintura, na frente de seu grande corpazil, sendo robusto, gordo... porém forte como um touro, e Dûrkarian outro dos antigos servos Númenorianos Negros de Sauron, possuia cabelos brancos, trajava-se em negro, usando grandes botas marrons tinha um grande anel de osso com olhos de esmeralda no dedo do meio, da mão esquerda, seus olhos eram cinzentos também, e seus conhecimentos de combate e alquimia eram muitos, e Harum, descendente de Broda, que Túrin Turambar matou, trajava-se como o povo do Leste, cobria seu rosto e deixava seus olhos castanhos apenas aparecendo, era um cruel bruxo e um terrível guerreiro também, tinha Uldor II, que era um homem de meia-idade, porém alto, já com cavanhaque, este se trajava com armaduras reais de um finado Rei de Gondor, que os servos de Mordor haviam roubado as vestimentas, já Borwin, vestia vestes mais brutas, malha de ferro grosso, seus cabelos escuros, sua barba escura, era baixo e forte, dos Ainur Maiar, havia Gloriel Elmel, que era alto, belo com pele de marfim, longos cabelos castanhos-claros, olhos brilhantes como fogo, este também era um Maiar do tipo do Fogo e ainda sim do Vento, possuia assas encolhidas de Morcego, e em sua mão direita uma grande pata de dragão com quatro garras enormes, seus dentes eram caninos perversos, sua beleza magnifica, sua maldade absurda, não era dotado de feitiçaria, ou bruxaria, ou magia, mas um excelente guerreiro, lutando com um enorme chicote de aço negro que ele envolvia em fogo de nove pontas, ele sabia usar seus dons e foi em outrora Rei e Deus do Forodwaith, até Sauron o fazer sucumbir a seu poder.

Havia mais um, este não precisava de uma besta alada pois possuia asas negras de morcego, mas não era um Morcego, tão pouco um vampiro, era menos terrível que um dragão e menor que uma Besta Alada, era similar a um homem mas tinha traços belos de elfos e partes demoníacas, e não sabiam mas era a nova forma do Flagelo de Fogo, o Último Balrog de Endor, que foi alterada para outra um tanto menor que a de Sauron, ainda sim alta, sua pele era branca, como marfim também, seus cabelos eram lustrosos e largos, vermelhos como fogo, tinham um brilho especial, seus olhos reluzentes e quentes, sua pele era quente igual ao fogo que produzia, seus dedos largos e suas unhas negras, já vinha trajado, pois suas vestes eram negras, como as sombras que lhe seguiam, tirando por detalhes como constantes marcas vermelhas que brilhavam pela roupa, como fogo, possuia patas ainda de monstro, cascos aparentavam, porém tinham garras, um rabo balançava atrás em seu corpo, cruel e perverso, e asas negras de morcego pairavam calmamente em suas costas atrás das vestimentas, este era Morthaur, O Novo Aliado de Sauron.

Ao descerem, as Bestas Aladas foram para as Montanhas lá para suas cavernas profundas e ninhos da maldade, descansar ou se alimentar, isso nenhum homem, elfo, orc, ou anão sabia, somente os cruéis senhores de Mordor poderiam dizer, mas disso não falavam. Logo ao chegarem em Barad-Dûr, a Boca-de-Sauron, seu Arauto e Tenente de Barad-Dûr avisou sobre o Rei de Rhûn e sua Aliança, o Lorde de Mordor se alegrou, apenas exclamou alto com sua voz tenebrosa como as sombras das profundezas do Mundo, e Fria como o gelo das Montanhas :


- Este é Morthaur, O Último Flagelo de Fogo de Morgoth a habitar a Terra-Média, pois dos demais, nada sei. Nosso novo aliado, e meu mais novo súdito. Minha força, e eu tua vontade, veio até Mordor onde irá ser ensinado por meus mais terríveis servos como liderar um reino, agir dentro de tal, sobre o que orcs podem ou não fazer, e é claro, por mim será instruído em seus novos dons melhorados. E também irá me auxiliar no futuro em uma forja, a nova forja das Orodruin, pois meu Anel... meu querido anel, aquele que preparei para a Máquina de Guerra, me falhou e sumiu, portanto, irei forjar Obras e Artefatos tão terríveis que a Terra-Média ira tremer, gemer e chorar pedindo por clemência. E agora apenas digo... Boca, mande para Khazad-Dûm Três Orcs dignos, um digno para ser Rei das Montanhas Nebulosas, outro para ser nosso servo e outro para servir o Balrog. E peço também que para Morthaur tragam Akhôrahil, e Khamûl, e serão Herumor, Melkorendil, Barúthiel, Loki, Akhôrahil e Khamûl que lhe ensinaram Feitiços e Magias de Fogo, Sombras, Trevas, o uso em Feitiços de Medo e Pavor da Língua Negra, Doenças e Pragas, tragam também Ji-Indûr e Horamurath, porque Fuinur, Ji-Indûr, Hoarmurath, que o ensinaram a Lutar em sua nova forma, Dûrkarian e Pharazôr irão ensina-lo Alquímia e como usar seus dons na perversão de Demônios, e Gordogs (Maiar que assumiram formas superiores a Orcs, talvez Trolls, ou Espiritos), para que estes possam usar o fogo como arma e se assimilarem a flagelos menores em poder, força e horror. Eu, irei partir com Uldor II, Gloriel Elmel, Borwin, e Harum, nós iremos partir para alguns locais que devo ir antes de retomar a meu trono em Barad-Dûr, e Eu irei lhe ensinar como fazer armas com seus poderes, controlar tua forma, e um novo Poder que podes usar, além de que lhe ensinarei como usar melhor teus dons, e forjaremos juntos, lhe arranjarei armas cruéis. E venham Uldor II, Gloriel, Borwin e Harum, vamos para a sala de meu trono... antes, Dendra já partiu ?

O Arauto de Sauron, sua Boca, sua voz em Barad-Dûr lhe respondeu com um leve sorriso cheio de malicia e maldade, em voz baixa :

- E logo chegará em Anfalas cumprir tua vontade, meu lorde.

Sem mais questionamento, Sauron, e mais quatro de seus perversos súditos subiram para o topo de Barad-Dûr sua sala Negra, onde este se sentou novamente após séculos e mais séculos, em seu trono negro em sua torre negra. Ora, quem conhece o pensamento de Sauron ? Quem pode medir o alcance das idéas daquele que, tendo sido Mairon, poderoso entre os Ainur da Grande Canção, estava agora sentado, um senhor sinistro, num trono sinistro no norte, avaliando em maldade todas as notícias que lhe chegavam por espiões, súditos ou visto por seus cruéis olhos em sua Palantír, e percebendo mais nos atos e objetivos de seus inimigos do que mesmo os mais sábios deles temeriam, à única exceção de Galadriel, A Rainha? Com frequência o pensamento de Sauron se estendia na direção dela, e era repelido.

Agora mais uma vez, o poderio de Mordor se movimentava. E, à semelhança dos longos dedos de uma mão que tateia, os exploradores de suas orlas negras, ou seu olho perverso e cheio de maldade sondavam os caminhos da Terra-Média, especialmente Gondor e saber como penentra-lá.

E Morthaur foi levado pelos servos de Sauron, e seu ensinamento começou, onde seria ensinado por 8 Dias, e 8 Noites, porque era um Ainur e aprendia facilmente, sem problemas com o entendimento da explicação de seus professores.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qui Jan 21, 2010 11:08 am

Na Terra Negra de Mordor, jazem os corpos pútrefatos e esqueletos de Elfos, Anões, Númenorianos, Gondorianos, Homens do Leste, Sul e Norte que foram derrotados pela Legião Sombria de Sauron, na Terra de Mordor jaz um Mal tão profundo, terrível e velho quanto o sol e a lua, jaz um mal tão terrível quanto o próprio tempo, e este mal não dorme, ele permanece acordado observando, e percebendo na maldade e crueldade da força bruta de suas legiões que a vitória era iminente. Ora, quem conhece o pensamento de Sauron ? Quem pode medir o alcance das idéas daquele que, tendo sido Mairon, poderoso entre os Ainur da Grande Canção, estava agora sentado, um senhor sinistro, num trono sinistro no Leste, avaliando em maldade todas as notícias que lhe chegavam por espiões, súditos ou visto por seus cruéis olhos em sua Palantír, e percebendo mais nos atos e objetivos de seus inimigos do que mesmo os mais sábios deles temeriam, à única exceção de Galadriel, A Rainha? Com frequência o pensamento de Sauron se estendia na direção dela, e era repelido.

Agora mais uma vez, o poderio de Mordor se movimentava. E, à semelhança dos longos dedos de uma mão que tateia, os exploradores de suas orlas negras sondavam os caminhos da Terra-Média, especialmente Gondor e saber como penentra-lá. Pois o que Sauron não descobria por meio de Mensageiros, Servos Sombrios, Aves, Morcegos, Vampiros, Wargs, Lobos, Orcs, Trolls, Prisioneiros, Feras Assassinas, ou por boatos, ele descobria com seu olho, um olho sem pálpebras, que jamais descansava, ou dormia, era O Olho de Sauron, que com o Palantír, a tudo via. De todos os grandes Príncipes Elfos, os Reis dos Anões, os Bravos Homens, das raças dos Edain, de todos os gloriosos Maiar, que sucumbiram derrotados perante Morgoth Bauglir nas Guerras do Norte, e contra Sauron de Mordor nas Guerras do Leste, de todos estes somente um ser, um único ser ainda mantinha poder suficiente para confrontar Sauron de frente e podia vencê-lo... era uma daqueles do bravo e nobre povo dos Noldor, da casa mítica e gloriosa de Finarfin, a última da casa de Finarfin que se mantinha na Terra-Média, era Galadriel, A Dourada, filha de Finarfin, O Justo, e neta de Finwë, Primeiro Rei Supremo dos Noldor de Aman, sobrinha do bravo, e mais nobres, habilidoso, e poderoso de todos os Eldar, Fëanor, O Espírito de Fogo, que todos os descendentes de possuiu, somente Um ainda se manteve na Terra-Média vagando só, em lamentos de dor e angústia.

E sentado em seu trono cruel, o Senhor de Mordor maquinava seus planos, traçados cuidadosamente com o que ele via, em sua Pedra Vidente, O Palantír, uma das Sete Pedras, uma das Sete Estrelas. Seus planos eram lentos e cheios de maldade, e o que sua mente planejava e arquitetava, o Mal de Melkor abençoava e dava Vida, pois tudo em Arda, ia lentamente para a vontade de Melkor, que no fundo e final de tudo ria profundamente no Vazio do Mundo, enquanto sua sombra rondava Arda, e embora os Valar empurraram o próprio Morgoth pela Porta da Noite, para além das Muralhas do Mundo, para o Eterno Vazio. E uma guarda instalada para sempre nessas Muralhas, e Eärendil vigia as defesas do céus, as mentiras plantadas por Melkor, o poderoso e maldito, Morgoth Bauglir, o Poder do Terror e do Ódio, nos corações dos elfos, homens e anões, são uma semente que não morre e não pode ser destruída. E de quando em quando ela volta a brotar; e dará frutos sinistros até o último dos dias, e foi Sauron encubido de colher tais frutos e destrufa-los com o amargo gosto do ódio e do mal. E seu mais cruel plano, o plano que iria revelar sua existência em dor, mágoa e angústia para a Terra-Média foi arquitetato, e um sorriso sinistro e cruel se formou em seus lábios.

E o Tirano de Mordor, colocou suas mãos ao Palantír e levou seu olhar por sobre a Terra-Média, seu reino cobiçado, e assim riu profundamente, e observou atentamente cada local desde as Ilhas e o pequeno pedaço de Ossiriand que sobraram de Beleriand, e que agora se chamava de Lindon, até os Portos dos Elfos no Sul, até as Montanhas das Ruínas de Angmar, e além dos gélidos ermos do Nortes e suas vastas regiões, pelas Montanhas repletas de Orcs e Dragões, até a Terra dos Cavaleiros, passando por Gondor, Isengard e chegando nas fronteiras com sua Terra-Continente ao Leste, Rhûn. E atentamente ele analisava e traçava seus planos.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Sab Jan 23, 2010 9:27 pm

E mesmo aquele mal que aguarda vigilante a hora do bote, foi Sauron de Mordor que se preparou para seu cruel ato de maldade, e assim ele mesmo com dois de seus servos perversos, arquitetava longos planos perversos, e levou seus olhos vigilantes até Gondor, e pelo Palantír na Torre de Ecthelion ele pode ver a Cidade Branca claramente, e assim viu a decadência de Gondor, e os amaldiçoava profundamente por não conseguir vence-los. E assim ali ficou a observar atentamente, e o Palantír na Torre de Ecthelion, flamejava e brilhava dentro daquela sala escura, e Sauron chamava pelo nome daquele usava o Palantír, este era Denethor II, Regente Soberano de Gondor.

E a voz de Sauron era apenas um eco baixo de uma voz soturna cheia de malícia e mel aos lábios:


- Denethor... Denethor...... Onde estás filho de Ecthelion ? Denethor...

E quando sem resposta, ele cansou-se de ver a ridicula Paz dos Homens de Gondor, virou seu olhar para Valfenda, onde havia outro Palantír, e lá, seus olhar se intensificou profundamente, e a própria pedra vidente mostrava apenas o olho de fogo de Sauron, não sua nova forma, que ninguém conhecia.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qui Fev 04, 2010 7:09 pm


''E Morthaur foi levado pelos servos de Sauron, e seu ensinamento começou, onde seria ensinado por 8 Dias, e 8 Noites, porque era um Ainur e aprendia facilmente, sem problemas com o entendimento da explicação de seus professores.''


Então um brilho saiste daquela torre imensa.
Que novamente respeilhava seu poderio imenso, o brilho foi rapido e claro, tão claro que revelaste que pra quem entende-se que uma nova criatura surgiria daquele lugar.
Uma imagem podia ser vista pelos servos da escuridão perante o pé da torre.
Sombras ,chamas e escuridão envolviam tal criatura , e traziam pavor a todos que a lhe observavam.
Não um monstruoso servo , Mas sim o mais poderoso entre todos eles, o ultimo Flagelo de fogo.
Este com mais brilho e maldade , que antes havia entrado na torre.
Um silencio reinou...ate que tal criatura ergueste uma espada , magnifica e horrorosa ao mesmo tempo.
E uma enorme onda de grito , e terror se alastrou por aquelas terras.
As criaturas , e os servos da Escuridão comemoravam.


A criatura então abaixou sua espada , e um brilho enorme e estrondoso podera ser ouvido, a terra ali que a rodeava rachou-se como poeira e vento.

Então Pode ser revelar diante ao brilho sesante.
Uma criatura de 4 metros de altura, imensa , colosal que trajava sombras negras como armadura , possuia asas gigantescas , que abriam-se de um canto a outro de barad-dur , chifres majestosos agora protegidos , pela mesma escuridão que acompanhava pelo seu corpo.
e fogo se alastrava por sua coluna , da ponta de sua cabeça ate o seu rabo.
E não menos Notavel que tudo citado...um Anel.
Um anel brilhoso, e reluzente.

A criatura solta-ra um grito imenso que abala-ra ate os picos mais altos de Mordor.
Logo enseguida ,ergueu seu corpo gigantesco do chão e alcançou voo.

Então pude-ra ver de longe um brilho que misturava-se entre as estrelas.
E a criatura distanciava-se cada vez mais.
Indo Para lugar nenhum.

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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Sex Fev 05, 2010 10:48 pm

E antes de partir, Khamûl informou para o Balrog a vontade de Sauron, O Senhor de Mordor:

- Vá para Angmar, e reconstrua Carn Dûm, leve todos os seus Orcs de Khazad-Dûm, e deixe apenas 100 lá dentro, logo Sauron irá utilizar para mérito de nós dois, aquele lar glorioso. Vá e que as sombras o acompanhem.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Ter Fev 09, 2010 5:23 pm

Por muito tempo, o Lorde de Mordor prosseguiu planejando seus planos, sua mente ardiolosa esquematizava o crescimento de Mordor, e ele direcionava constantemente seu olhar para sua província em Khând, e independente à aquele local, o Tirano de Mordor enviou três de seus servos de grande poder para estes adiministrarem sua província eram Uldor II, Borwin e Phârazor. E estes partiram em seus cavalos negros para a região, que logo cairia sobre o controle de Mordor.

Mordor crescia e embora seus vastos territórios negros e áridos permanecessem vazios, e sua terra sem quase nenhum ruído, não era dificil avistar grupos de Orcs errantes indo de um lado para o outro, cumprindo a vontade do tirano da Torre Negra. Mas Sauron se encontrava com muitos de suas legiões, em sua torre negra, trancados em Barad-Dûr que permanecia cercada por mares de fogo, em seus abismos profundos de horror, da lava vinda da Orodruin.

Porém naquele dia, um orc errante corria ligeiro e assustado pela planície trazendo uma mensagem para a Torre Negra, e independente disso, quando chegou aos Portões Negros da Torre, o Arauto de Sauron Ûrkâzhîl, que agora portava O Cajado de Lûrgakk, um cajado de honraria imensa em Mordor, igual a seu poder. Este ao interrogar o Orc, ele lhe arrancou todas as informações e sorrindo perverso subiu a Torre, dispensando o Orc, e lhe dando como pagamento, refeição, abrigo e moedas de pouco valor. E subiu pelas longas escadarias para falar com o Senhor de Mordor.

Este se encontrava em reunião com seus servos, dos espectros lá estavam Oito (Khamûl, Akhôrahil, Hoarmurath, Dendra Dwar, Adûnaphel, Ji-Indûr, Rhên, e Ûvatha), como também lá estavam Melkorendil, Herumor, Fuinur, Harum, Uldor II, Barragan, Gloriel, Barúthiel, Loki, Dûrkarian, e os Tenentes Orcs de Mordor (Glok, Gorbag, Lugdush, Orcobal, Gothmog, Gorkhîl, Shagrat, Lurtz, e Rogash O Troll), o Arauto de Sauron, adentrou no salão e fez uma reverência a seu senhor, e assim pedindo licença exclamou ainda ajoelhado ao mesmo, sua voz era terrível e arranhada, como também possuia o horror de seu mestre, embora possuia vassalagem explicita:


- Meu senhor, a criatura Gollum foi vista nas proximidades de Mordor... nas Ered Lithui, por um grupo de batedores.

Se mantinha sentado em seu trono de aço negro, este se mantinha suavemente releitado em seu trono, e um sorriso singelo e frio se formou em seus lábios, assim como um brilho profundo em seus olhos, esse brilho se assimilava a um dos fogos selvagens e eternos os quais sua Montanha, Orodruin lançava em abundância, pois Sauron havia se lembrado de algo que há muito ele havia perdido, e que em seus pensamentos ele era considerado perdido para sempre, e finalmente a chance de encontra-lo, ou recupera-lo estava diante de si mesmo, pois o que mais temia era o Um Anel ir para algum de seus inimigos antigos e estes o usarem, ou aprenderem a usá-lo como uma arma contra seu forjador, por muito tempo, nos anos de exílio, Sauron o procurou, e após não encontra-lo ele o considerou perdido para todo o sempre, e então o havia esquecido, mas agora sua mente se voltava naquele anel, e seu pensamento estava fixado ao mesmo, pois ficará curioso após ouvir relatos de aranhas e Anões há seu serviço e sobre a história dos Anões, Smaug, e sobre um anel mágico. E assim ele se pronunciou, sua voz continha toda sua malicia, sua crueldade, sua perversidade, era fria como o topo das Montanhas do Norte, e ainda sim possuia um calor profundo em seu fundo, como as chamas das fornalhas de sua Torre, porém era viva e continha um poder tanto feito pelo medo, quanto pelo horror, e sua Força de vontade ele impunha no coração e mentes daqueles os quais ele torturava, seu olhar era impossível de se encarar por muito tempo, eram orbes cujas iris eram amareladas, e continham em seu intimo um fogo ardente que queimava, que possuia um coração negro, mas a luz de seu olhar era como uma chama que faz murchar com seu calor e perfura com um frio mortal:

- Finalmente... após mais de 3.500 anos de busca, finalmente eu o encontrei, meu anel, meu precioso anel, capture esta criatura! Mas para uma tarefa de tal porte, apenas alguém de elevadas habilidades pode fazê-lo, soltem os Wargs! Dendra Dwar, Glok e Fuinur, vão e tragam aquele verme para mim, tragam ele para Barad-Dûr, mas o tragam com vida!! Tragam ele ileso de ferimentos! Revistem o mesmo e procurem pelo meu anel, e caso ele não esteja... torturem-no... torturem ele até que seus membros implorem para se soltarem de seu corpo, até que sua vísceras saltem pela boca!! Devemos agir depressa, Herumor, Hoarmurath, Akhôrahil e Melkorendil irão comigo para Isengard, irei falar pessoalmente com Saruman. Os demais me aguardem em Barad-Dûr para as próximas ordens, vão e que a vontade de seu senhor lhes sirva de chicote para seus cavalos!

Com aquilo partiram Dendra Dwar em seu cavalo, e Fuinur em sua armada poderosa, também seu cavalo negro, Glok soltou seus Wargs e montou no maior dos mesmos, o Warg negro de Morgul, e assim partiram para as Ered Lithui e foi iniciada a caça a Gollum.

Já Sauron montou em seu perverso dragão do horror, e com seus súditos Herumor, Hoarmurath, Akhôrahil e Melkorendil que o seguiram nas bestas aladas dos Nazgûll e cada um levava os itens dados por Gorthaur, apenas Sauron que ia com sua maça poderosa de batalha, e uma pequena caixa de aço com o anel de poder.

Ora, quem conhece o pensamento de Sauron ? Quem pode medir o alcance das idéas daquele que, tendo sido Mairon, poderoso entre os Ainur da Grande Canção, maior de Todos os Maiar, estava agora sentado, um senhor sinistro, num trono sinistro no leste, avaliando em maldade todas as notícias que lhe chegavam por espiões, súditos ou visto por seus cruéis olhos em sua Palantír, e percebendo mais nos atos e objetivos de seus inimigos do que mesmo os mais sábios deles temeriam, à única exceção de Galadriel, A Rainha? Com frequência o pensamento de Sauron se estendia na direção dela, e era repelido.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Dom Fev 28, 2010 12:24 pm

Os céus queimados de Mordor perderam o aspecto negro e morto e mais uma vez queimava com sede de vingança. O Grande Rei-Bruxo sempre soube que cedo ou tarde isso aconteceria, e agora era finalmente a hora de sair dos bastidores para apoiar o ser maior , o único o qual seria capaz de liderar a conquista da Terra-Média.

Ilustração

O Falcão do Inferno era um pequeno ponto negro no céu queimado, voou em círculos durante alguns segundos, o Rei-Bruxo pareceu analisar o local quando finalmente desce em um rasante, pousando no centro de uma roda de orcs, que em uma mistura de medo e raiva tomam distancia e passam a observa os movimentos do espectro. Ele pula das costas da ave fazendo um barulho pesado do metal de sua armadura. A criatura alada imediatamente toma vôo e se mistura entre as nuvens de flamejantes. O espectro começa a caminhar em direção a grande torre sendo observado pelos orcs que a cada segundo chegavam mais.

Ao chegar em frente a entrada da grande torre negra o espectro ordena ao orc.


-Avise ao Senhor das Sombras que seu fiel súdito esta aqui.

Não havia expressão facial no Rei-Bruxo, a escuridão que havia dentro de sua mascara era simplesmente assustadora, e transformava sua voz em algo extremamente amedrontador. Estava na hora de tomar parte de seu papel no novo campo de batalha.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Dom Fev 28, 2010 5:48 pm

O Pobre Orc corria transloucado em direção ao topo da torre negra, urrava e batia os dentes, e ao subir até o mais alto salão, adentrou ligeiro pelas portas, encarando cadeiras de aço negro, e tiranos sentados. Logo exclamou com sua voz rouca e trêmula:

- O Capitão de Morgul re-...re-torrrnou!

E desceu novamente, e guiou o Rei-Bruxo até o salão onde eles se encontravam, e lá estava a Boca-de-Sauron em pé segurando um cajado de madeira negro, com um enorme crânio de algum elfo de grande valor (Muitos acreditam que era Celebrímbor), e este ainda sim possuia poder inferior ao do Rei-Bruxo mas respondeu firmemente ao mesmo, com sua voz seca, e seu próprio som era o sol do mais longo deserto do Sul, era cruel e hedionda, mas ainda sim continha respeito por um ser de poder maior:

- Saudações Capitão dos Nove! O Arauto de Sauron o saúda, e sua vinda é muito esperada, porém demorada e Sauron, o Grande não gosta de atrasos. Deixou ordens, e previa seu atraso do Leste, e as ordens de Mordor são explicitas. Ele deseja que mande 2.500 de Ouro, e 1.500 Orcs de Morgul para Mordor, e cresca em sua Fortaleza Negra. Mantenha seu poderio dentro de seus portões, e fique pronto pois quando retornar de sua campanha no Oeste, ele lhe dará uma missão especial. Parta depressa.

E após suas palavras, ele se virou e voltou a discutir com dois Orcs bem vestidos, vestidos como Tenentes do Horror, discutiam relatórios e reformas, coisas do tipo e sobre torturas e horrores da Maldade.
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MensagemAssunto: Re: Barad-Dur, a Torre Negra   Qui Mar 04, 2010 10:53 am

Os anos nos confins da terra haviam deixado o Rei-Bruxo bastante impaciente. Sua sede por uma vingança sangrenta despertava imensamente dentro dele. Agora que seu senhor voltara , lhe ordenara que apenas aguarda-se um pouco mais enquanto juntavam forças para conquistar a terra-média. Apesar de todas as forças do Rei-Bruxo o motivassem ele a ir agora mesmo de encontro a Gondor e enfiar sua espada na garganta do Regente....bem as ordens eram contrarias, devia se exilar em Minas Morgul ate a Boca de Sauron indica-se outra ordem.

O Rei contrai intensamente as mãos com tais ordens, mas sabia que não deveria discutir, sua hora de vingança chegaria. Simplesmente se retirou, instintivamente a besta alada desceu e pousou, e como num piscar de olhos a dupla aterrorizaste ja não era mais vista no horizonte.
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Barad-Dur, a Torre Negra
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